Todo governo tem seu Judas. Previamente escalado, ele fica à disposição para pagar a conta. É o bode expiatório: caso algo dê errado, é ele quem vai para o cadafalso quando os pescoços da realeza precisam ser preservados. Geralmente, cabem a ele as operações mais delicadas. Sua tarefa é gerenciar contravenções sob a proteção de
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