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Arquivos publicados em ‘História’ Category

Igreja de São Antônio passa por reforma

Publicado por: granjaceara - Data:dezembro 27th, 2010 - Categoria:cultura, História, religião

A Igreja de Santo Antônio, localizada na rua Ver. Inácio Barcelos, centro de Granja, está passando por uma reforma. Hoje estive no local e fiquei impressionado com estrutura do altar da igreja, todo confeccionado em madeira (cedro) com uma riqueza de detalhes feitos a mão.
Caso algum leitor deste humilde blogue souber alguma histórica sobre a igreja nos informe.
Veja imagens

Pequeno histórico da capela São Pedro

Publicado por: granjaceara - Data:dezembro 11th, 2010 - Categoria:curiosidade, História
por: *Antonio Wellington – Ton 

A capela São Pedro,  localizada na fazenda São José, mais conhecida como “Comissão”, foi construída  por seu antigo proprietário Pedro Quariguasi da Frota. Que era muito devoto de São Pedro. A filha de Pedro Quariguasi Maria do Socorro veio passar uma temporada em Granja, tinha uma filha de nome Ofisa e seu avô queria batizá-la na dita capela no início da década de 60. No mesmo período também foi iniciada a construção da capela que foi concluída e inaugurada em 28 de julho de 1991. A demora na conclusão da obra se deu devido a certos imprevistos.
Seu Pedro mantinha a capela em boas condições, após seu falecimento o seu filho mais velho Sebastião Quariguasi Frota assumiu a responsabilidade pelos retoques na capela, porém, como reside na capital do Estado, Fortaleza, ficou inviável sua manutenção. A capela São Pedro fica no terreno entre a casa grande e a casa de farinha. O curioso é que a casa de farinha foi a primeira no município a ser motorizada, construída no início dos anos 60 (um pouco depois do início da construção da capela) e seu motor funcionava a óleo diesel.
A estrada, pouco usada no inverno, tem 12 km, parte da estrada mais movimentada atualmente foi idealizada e concluída pelo Sr. Pedro Quariguasi e beneficia muitas pessoas. Há um açude vizinho a fazenda construído pela Comissão do Governo Federal, provavelmente entre os anos 1915 e 1919, devido as estiagens (secas). Após a conclusão do reservatório, a população local passou a chamar parte da propriedade de “Comissão”. No ano de 1952 foi iniciado um outro açude, esse dentro da propriedade, sua conclusão aconteceu em 1954. A obra foi construída totalmente com trabalho braçal e tração animal.
* entrevista feito, em 05/12/2010, com Francisco Quariguasi de Carvalho Frota – Chico Mororó, especialmente para o blogue Granja Ceará [granjaceara.blogspot.com].

UMA SÍNTESE DA ORIGEM DA GRANJA

Publicado por: granjaceara - Data:outubro 19th, 2010 - Categoria:Granja-Ce, História
Este imenso território do qual faz parte a nossa Granja era habitado, das serras às praias, por diversas tribos indígenas: eram Tabajaras, Coansus, Tremembés, Anacés, Arariús… Pacíficos e vivendo basicamente da caça e da pesca, eles eram os senhores absolutos destas terras.
Com a chegada dos padres jesuítas, há mais de três séculos atrás, alguns chefes Tabajaras, juntamente com os jesuítas sob a liderança do Padre Ascenso Gago, introduziram por aqui a pecuária bovina, que teve bastante sucesso.
Depois da expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, vários aventureiros europeus penetraram pelo Rio da Cruz a fim de praticar, com os aborígines desta ribeira, o escambo, que era a simples troca de mercadorias.
Os forasteiros ofertavam ferramentas e objetos de uso pessoal, no que os índios retribuíam com madeiras, animais, pássaros e outros produtos nativos.
Assim foi fundado um pequeno porto mercante à margem esquerda do Rio da Cruz, que ficava a três quilômetros abaixo da atual Granja, onde os aventureiros negociavam com os nativos.
Mais tarde aquele local passou a ser chamado de Oficinas, por ser utilizado para o abate de gado, preparação da carne de charque e seu embarque para exportação.
Documentos antigos comprovam que, por aquela época, já existia, neste local, uma pequena aglomeração de moradias: era, na verdade, o embrião da nossa Granja de hoje. Uma pequena aldeia à margem esquerda do Rio da Cruz, hoje Rio Coreaú.
Chamava-se aquela povoação de Santa Cruz do Coreaú e Camocim que, com a chegada de povoadores brancos, começou a prosperar. Isso despertou o interesse de povos e mais povos brancos, e também de indígenas, que migravam de outros recantos desta região em busca de um lugar mais desenvolvido, onde tivessem melhores condições de vida.
A partir daí, o povoado passou a chamar-se Macaboqueira. A origem desse nome tem apresentado algumas divergências. Alguns defendem a hitótese de Macaboqueira signicar “maus caboclos”, numa referência aos imigrantes, que eram considerados homens maus pelos brancos. Porém, a hipótese mais aceita atualmente é a de que o vocábulo venha de macabacuera, que da língua indígena traduz-se “palmeira velha” (macaba: palmeira, cuera: velha).
Com a chegada de um certo colono e donatário, de nome Vicente Ribeiro, que doou o patrimônio da Igreja Matriz, onde se situa hoje a nossa cidade, começou a formar-se nesta ribeira uma povoação. Foi ao redor de sua fazenda que se originou a Aldeia de Santa Cruz, a célula inicial da Granja, cidade da qual é considerado fundador esse cidadão.
Muitos foram os povoadores importantes que contribuíram para o progresso daquela aldeia que, em 27 de junho de 1776, foi elevada à categoria de Vila com o nome definitivo de Granja.
Aquele aglomerado perdurou 78 anos na condição de vila. Somente em três de novembro de 1854, através da Lei Provincial nº 692, passou a ser Cidade, desligando-se politicamente de Viçosa do Ceará, acontecimento que neste 2004 completa 150 anos.
A origem do nome Granja, que significa sítio, fazenda, não é bem clara. Acredita-se, entretanto, que seja uma homenagem à Freguesia de São Brás da Granja, distrito de Évora, em Portugal, país de onde vieram muitos dos colonizadores desta terra.

Texto de Pedro Magalhães publicado no jornal Lira Granjense 2004

Granja: Uma preciosidade que não pode ser esquecida

Publicado por: granjaceara - Data:julho 6th, 2010 - Categoria:cronica sobre granja, História
Toda cidade guarda grandes preciosidades, mas poucas pessoas valorizam esses tesouros. Na zona norte do estado do Ceará, são inúmeros lugares que guardam riquezas históricas e naturais.

O município de Granja segue a regra, a magia do rio Coreaú se mistura ao encanto da histórica ponte metálica, formando uma sintonia perfeita. Ao fim da tarde é deslumbrante: o apreciar das águas, a beleza da mata, e o brilho do sol.


E quem pensa que é só isso, engana-se, Granja tem história e muita história. Basta andar pelas ruas da cidade que podemos nos deparar com casarões que guardam grande riqueza arquitetônica e nos revelam o passado colonial. A listagem de prédios e casarões é numerosa, alguns merecem destaque, entre eles: O solar da Família Gouveia e antiga cadeia pública.

Agora, sem dúvida alguma, a história de Granja está marcada mesmo nas praças e nos eventos. Isso porque as praças fazem parte do cotidiano de várias gerações, e os eventos são guardados na memória de quem participa.Não dar pra se falar no município, sem falar da praça Coronel Luiz Felipe, ou melhor “Praça do Colégio” como é conhecida popularmente o ponto dos jovens granjenses. Também não dar pra se pensar em avenida beira rio, sem pensar num dos melhores carnavais da zona norte e na micareta Granfolia.

Realmente não dar pra negar, a terra de Livio Barreto é mesmo um tesouro, são muitas preciosidades que fica difícil resistir. O único lamento é que poucos são os olhares que desvendam essas belezas e procuram cuidar delas como de fato merecem. Afinal a história de um povo não pode e não deve ser apagada, pois o que é importante deve ser lembrado e jamais esquecido.

Por: Francisco Sousa
publicado no blogue http://frankblog14.blogspot.com

Nossa gente, nossa História: Jose Osmar Chaves

Publicado por: granjaceara - Data:abril 24th, 2010 - Categoria:cultura, curiosidade, História

Historia Oral:Jose Osmar
Upload feito originalmente por liradutra
O Sr. José Osmar Chaves, comerciante, dono da bodega Tancredão 300, fala sobre a Granja de seu tempo. Vídeo feito por alunos do 2º Ano da Escola EFM Cel. Luiz Felipe em 2009.

Moradores resgatam tradição com criatividade e fé

Publicado por: granjaceara - Data:abril 3rd, 2010 - Categoria:cultura, História, religião
Os moradores da Rua 2 de Novembro neste ano tiveram motivos de alegria na sexta-feira Santa, ou Sexta-Feira Maior, como chama minha avó. O motivo foi o resgate da tradição de enfeitar a rua para a passagem da procissão do Senhor Morto. Crianças e adultos usaram da delicadeza e criatividade para enfeitar como muita fé a rua, trazendo de volta a tradição que esteve por alguns anos esquecido por causa da alteração do percurso da procissão. “Estamos muito orgulhosos pelo padre ter atendido o pedido dos moradores”, comenta Rejeane, moradora.
Lembro muito bem, quando menino ficava encantado com a beleza da 2 de Novembro esperando a procissão passar. As pessoas nas calçadas e a rua enfeitada com rosas, casca de arroz, cal e ramos. Uma coisa linda. E agora a tradição voltou firme e forte!
Veja mais fotos aqui

Granjenses protestam contra descaso com Patrimônio Histórico

Publicado por: granjaceara - Data:março 18th, 2010 - Categoria:cultura, História, Patrimônio ameaçado
Com o objetivo de chamar a atenção do cidadão e autoridades responsáveis para a necessidade de preservação e valorização do Patrimônio Histórico/Cultural da cidade, o blogue Granja Ceará criou  a campanha Patrimônio Ameaçado. E logo recebemos comentários favoráveis por parte dos(as) leitores(as). Mas o cidadão granjense resolveu, assim como os blogueiros, botar a mão na tinta e pintar o verbo  ao estilo cearense, fixando uma faixa com o seguinte protesto: “GRANALFORRIA ALERTA -3/05/2010 PONTE EM RISCO DE DESABAR E AS OTURIDADES NADA FAZEM”.
*imagem/ enviada via e-mail por leitor(a) do blogue
Não se sabe quem foi(foram) o(s) autor(es) da iniciativa, mas a ação já surtiu efeitos. Ontem na Sessão Ordinário da Câmara Municipal, o caso da faixa se  tornou  tema gerador de discussão entre a vereadora Rosa Helena(PSDB), lider do prefeito, e o vereador de oposição Nicanor Angelim(PSB). A vereadora defendeu o direito do povo se manifestar, mais entende que a grafia da faixa é uma falta de respeito para com a figura do prefeito. O vereador Nicanor alertou para o possível desabamento do pilar da ponte com a chegada das chuvas. 
Para a proteção da ponte de ferro sobre o Rio Coreaú é necessário que o município crie políticas de valorização da nossa História. Agora pergunto: Por que os secretários de cultura e turismo não participaram do II Edital de Apoio à Preservação do Patrimônio de Natureza Material, no final de 2009? O referido edital financiava projetos nos valores de R$ 75 mil a R$ 100 mil. Não é muito mais dar para fazer o básico.

Cineclubes em Cidades Históricas

Publicado por: granjaceara - Data:janeiro 21st, 2010 - Categoria:Brasil, cultura, História

Em 2010, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, vai implantar cineclubes em cidades históricas do país. O objetivo da iniciativa é levar a cinematografia nacional a localidades onde não existem salas de cinema.
Além das sessões, serão promovidos debates e outras atividades após a exibição dos filmes. Os títulos fazem parte do catálogo da Programadora Brasil e, assim como o equipamento, fornecidos pela SAv/MinC. Os cineclubes serão instalados em espaços do Iphan/MinC ou das Secretarias de Cultura e Prefeituras locais.
Saiba mais.
extraído:http://www.cultura.gov.br/site/2010/01/20/cineclubes-em-cidades-historicas/

Chibata nunca mais

Publicado por: granjaceara - Data:maio 28th, 2009 - Categoria:História

História

Em 2009 se completam 40 anos da morte de João Candido Felisberto (1880-1969), o marinheiro que liderou a Revolta da Chibata (1910).

A edição de maio da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), nas bancas, traz com exclusividade trechos da autobiografia de João Cândido. Este é também o tema do debate que o projeto Biblioteca Fazendo História promove no dia 26, terça-feira, às 16 horas, no Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional.

O marujo escreveu sua autobiografia quando esteve internado no Hospital Nacional dos Alienados, e a batizou de “A vida de João Cândido ou o Sonho da Liberdade”.

O texto foi parcialmente publicado como “Memórias de João Cândido, o marinheiro” na Gazeta de Notícias do Rio Janeiro, entre 31 de dezembro de 1912 e 12 de janeiro de 1913.

mais na fonte http://revistadehistoria.com.br

Onde moro na Granja?

Publicado por: granjaceara - Data:maio 16th, 2009 - Categoria:Granja-Ce, História

Granja mapa

Recebi um e-mail da Dra. Ruth Torres. Não era um e-mail qualquer. Na mensagem havia um linque para uma planta baixa da cidade da Granja, coisa que adorei. E tenho o prazer de dividir com você leitor(a) amigo(a) do blogue Granja Ceará este belo trabalho. 

Veja mais informações sobre número de setores censitários, área, domicilios e população. E descobra em qual setor você, familiares ou amigos moram. Não é uma beleza? Agradeço a Dra Ruth Torres e sua equipe.

Acesse o linque http://www.ruthtorres.com.br/conhecaSuaCidade.swf

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